Hospital Galileu promove ações e debates sobre a segurança do paciente

Nesta terça-feira (17), pacientes, familiares e colaboradores no Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), em Belém (PA), participaram de atividades relacionadas à segurança do paciente. Durante a ação, os participantes puderam compreender, de forma lúdica e divertida, a importância e necessidade do cumprimento das metas dentro de qualquer ambiente hospitalar.

A ação faz alusão ao Dia Internacional de Segurança do Paciente, celebrado no mesmo dia das atividades. O evento foi organizado pelo Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP), do próprio hospital, gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar.

Em um primeiro momento, um jogo de perguntas e respostas foi feito entre colaboradores sobre as metas de segurança do paciente e de como elas são desenvolvidas dentro da unidade. “O Hospital Galileu reforça as normas de segurança do paciente. Por isso, acredito que a semana de segurança sirva para ratificar a importância de seguir esses protocolos de segurança”, explicou a técnica de enfermagem Jaíne Cereja, que acertou todas as respostas e ficou em primeiro lugar na brincadeira.

A segunda parte da dinâmica contou com a participação de pacientes e acompanhantes presentes nas enfermarias, por meio de um caça-palavras, enfatizando a responsabilidade e preocupação da unidade em garantir o bem-estar e segurança dentro do hospital. Para a enfermeira do NQSP, Lílian Lucena, levar esse tipo de ação para dentro das enfermarias é fundamental.

“É importante envolver colaboradores e usuários à aderirem as práticas preventivas. Além da conscientização de que é preciso a prevenção ser aderida por todos para garantir uma recuperação segura”, explica.

Metas Internacionais de segurança

O objetivo das metas é promover melhorias específicas na segurança do paciente por meio de estratégias que abordam aspectos problemáticos na assistência à saúde. E são elas: Identificação correta dos pacientes; Comunicação efetiva; Melhorar a segurança dos medicamentos de alta vigilância; Checagem pré-cirúrgica; Reduzir os riscos de infecções associadas a cuidados assistenciais; prevenção de queda e lesão por pressão.

Para a diretora Hospitalar do HPEG, Stéphanie Valdívia, as metas de segurança precisam fazer parte da rotina de um hospital. “É importante ressaltar que tais metas, uma vez implantadas, tornam-se ferramentas estratégicas dentro da unidade, que dissemina práticas de controle, ações que visam evitar eventos adversos e, com o apoio de treinamentos, ações lúdicas, informativos e outros, garantem uma assistência de qualidade e mais segura aos usuários, profissionais de saúde e stakeholders.

Sobre o HPEG

O hospital Público Estadual Galileu (HPEG) é uma unidade de retaguarda, gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, que atende baixa e média complexidades, e presta assistência hospitalar em trauma-ortopedia, clínica médica e Cardiologia. O hospital está localizado na Rodovia Mário Covas, nº 2253. A unidade é gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato de gestão Secretaria de Saúde do Estado do Pará (Sespa).

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de 11 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.