Hospital Público Estadual Galileu promove caravana solidária de doação de sangue

Em uma iniciativa da Agência Transfusional do Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), em Belém, colaboradores participaram de uma caravana solidária de doação de sangue até a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia (HEMOPA). Com o objetivo de arrecadar bolsas de sangue para a unidade, um grupo de profissionais realiza mensalmente o ato de solidariedade e amor ao próximo.

O HPEG é uma unidade do Governo do Pará, sendo gerenciada pela Pró-Saúde, e que mensalmente recebe o estoque de bolsas de sangue cedidos pelo HEMOPA por meio do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua. As doações auxiliam, de acordo com a necessidade, na transfusão de sangue dos pacientes internados no HPEG. “O Galileu vem intensificando as suas ações relacionadas a doação de sangue. Mensalmente, realizamos a caravana dos colaboradores com o intuito de manter abastecido nosso estoque de sangue”, orienta Kérina Quaresma, Enfermeira responsável pela Agência Transfusional do HPEG.

O Assistente Administrativo Marcos Costa foi um dos colaboradores a participar da doação. Para ele, que já doa há 3 anos, ajudar o próximo por meio de doações de sangue é gratificante e necessário. “O ato de doar sangue é importante já que com uma bolsa de sangue podemos ajudar até quatro pessoas. No que depender de mim, estarei sempre fazendo a minha parte para ajudar o próximo”, disse.

Doar sangue não é apenas um ato de solidariedade mas também de amor, de vida e de cidadania. É uma iniciativa cem por cento voluntária e que beneficiará pessoas conhecidas e desconhecidas, oferecendo uma nova oportunidade de vida, novos sonhos e chances de recomeçar. “O sangue é insubstituível e fundamental em cirurgias e outros procedimentos. Por isso, os estoques dos bancos de sangue não podem ficar vazios”, finaliza Kérina.

Quem pode doar sangue?

Pessoas com boa saúde e idade entre 16 anos completos (com autorização dos pais) e 69 anos. Deve ter peso acima de 50 kg. É necessário portar documento de identidade original e com foto e não precisa estar em jejum.

Números demonstram a importância do HPEG

O Hospital Galileu conclui o ano de 2019 com 125 mil atendimentos realizados, sendo 7.872 consultas especializadas, 4.274 internações, 54.077 exames, 3.314 cirurgias e 56.288 atendimentos multiprofissionais.

Gerenciado pela Pró-Saúde, sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (SESPA). O Hospital Galileu foi o primeiro hospital público da capital a conquistar a certificação ONA 3 Acreditado com Excelência, concedido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Esta é uma das mais respeitadas entidades avaliadoras dos serviços de saúde do país.

Outro feito inédito foi a conquista do prêmio internacional “Health Care Climate Challenge”, que avalia instituições de saúde que estão avançando em direção ao cuidado inteligente com o meio ambiente. A unidade foi uma das cinco instituições nacionais vencedoras do Desafio do Clima pela Rede Global de Hospitais Verdes e Saudáveis (Global Green and Healthy Hospitals – GGHH). O Hospital foi reconhecido na categoria de Redução de Gases do Efeito Estufa (não energia), entre 117 unidades que participaram com inscrições em todo o mundo.

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade.

Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de 11 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensora gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.